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terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Jogo do Copo


Quatro jovens que cursavam a sétima série de uma escola pública, marcam para irem em uma quarta feria até a bibilioteca onde fariam uma pesquisa para um trabalho sobre rituais religiosos das regiões do Brasil, pedido pela professora de história.

Na quarta feira por volta das três da tarde todos se encontraram na biblioteca e começaram suas anotações e pesquisas. Luíza que era a mais inteligente do grupo encontra um antigo livro sobre rituais religiosos, naquele momento era como ela tivesse encotrado uma jóia, pois a pesquisa estava muito difícil.

Luíza senta-se na mesa com seus colegas e começa a folhar o livro, encanta-se pois ali tinha tudo o que eles precisariam para fazer um trabalho que fosse nota dez.
Os quatro amigos começam a anotar e pesquisar o maior número de informações possível.
Em uma das últimas páginas do livro eles encontraram um ritual chamado Ouija ou simplesmente a Brincadeira do Copo, como todos os jovens daquela idade eles já conheciam o jogo mas nunca tiveram coragem de realizá-lo. Nas páginas dizia que a brincadeira era totalmente saudável e divertida, Luíza desconfia mas fica curiosa pois com aquilo poderia saber mais sobre seu futuro.

Na biblioteca eles concluem a pesquisa e vão para suas casas, mas combinaram de se encontrar novamente a noite na casa de Luíza já que ela estaria sozinha.

Diogo, Pedro e Andressa, os amigos de Luíza, chegam na casa da amiga às 8 da noite, logo entram e já vão para o quarto de Luíza que pesquisava na internet mais algumas coisas sobre rituais religiosos.

Depois da pesquisa estar realizada Pedro lembra eles sobre a brincadeira do copo, todos muito curiosos e anciosos buscam pela internet informações de como realizar o jogo. Pesquisaram por quinze minutos e obtiveram todas as informações necessárias.

Já na cozinha eles haviam montado o tabuleiro e tudo mais que era preciso.

Luíza a mais curiosa começa o jogo, os amigos se assustavam em alguns momentos e se divertiam em outros.

Andressa quis desafiar e perguntou ao possível espírito quando seria a data de sua morte, todos colocaram o dedo no copo e ele começa a se movimentar e misteriosiamente a palavra "mãe" se forma, Andressa fica pensativa e pensa ter sido brincadeira de seus amigos, e ainda com os dedos no copo ele começa a se movimentar novamente e forma a palavra "morte". Andressa fica brava e fala para seus amigos não brincarem com esse tipo de coisa, todos negam e dizem que o copo se movimentou sozinho.
Os amigos começam uma grande discussão, mas desta vez o copo movimenta-se sozinho e novamente forma as palavras "mãe" e "morte", todos se calam e Andressa começa a chorar.


Luíza tenta acalmar a amiga e diz que aquilo tudo era bobagem, mas mesmo assim não se conforma com tal brincadeira.
O telefone toca, Luíza atende, era o irmão de Andressa que parecia estar nervoso e pedia para falar com sua irmã. Luíza passa o telefone para Andressa, os amigos prestam a atenção e notavam que Andressa começava a chorar desesperadoramente e gritava ao telefone ao saber que sua mãe acabara de sofrer um acidente enquanto voltava para casa e naquele momento estava no hospital.

Pedro, Diogo e Luíza se olham e espantam-se com aquilo que o jogo havia escrito. Andressa desliga o telefone e vai em direção ao seus amigos e parecia possuir um ódio em seu olhar e diz que o aconteceu foi culpa deles e que o acidente de certa forma havia sido provocado por algum deles e sai correndo sozinha na rua direto para sua casa.

No outro dia na escola Andressa havia faltado da aula e depois de algumas horas chegou a notícia de que a mãe dela morreu na noite anterior.

À noite os três amigos vão até a casa de Andressa para conversar com ela, mas um parente que estava na residência diz que ela havia saído de tarde para ir ao cemitério e não havia voltado ainda e pede para que se possível eles procurem ela. O três dão uma volta pela cidade e passam pelo cemitério quando ao olharem mais profundamente observam ela totalmente diferente.
O cabelo todo certinho deu lugar a algo despenteado e agressivo, suas roupas eram completamente pretas e seu rosto estava completamente diferente sem o óculos.

Luíza tenta se aproximar de sua amiga, Andressa apenas olhou para Luíza e disse que eles, um por um, pagarão pelo que fizeram à sua mãe. Luíza tenta mudar a idéia da amiga, mas Andressa continuou em silêcio olhando para o túmulo.

Com o passar dos dias Andressa se afastou completamente de sua vida social e nunca mais foi vista por ninguém daquela cidade.

Assim foi por 5 anos.

Quando já estavam na faculdade os três amigos marcam de se encontrar em uma lanchonete. Depois algumas conversas eles tocam no assunto do copo e da Andressa que misteriosamente desapareceu. O assunto foi comentado por horas até que Luíza deu a idéia deles fazerem novamente a brincadeira do copo. Já adultos todos topam e vão novamente para a casa de Luíza.

Sem medo algum eles brincam muito com o jogo. Diogo faz uma pergunta interessante:"Onde está Andressa?", o copo anda, anda e acaba respondendo "Aqui", novamente todos caem na gargalhada, quando o telefone toca. Luíza atende e uma pessoa estranha diz: "-Com vocês!" e desliga, Luíza pensa ser um trote e nem dá muita importância.

Brincaram com o copo por duas horas até que se cansaram e cada um foi para sua casa. Luíza limpa a bagunça e vai dormir.

Naquela noite Luíza teve todas as lembranças de quando eles realizaram o jogo pela primeira vez.

O estranho foi que Diogo e Pedro também tiverem os mesmos sonhos.

Após à meia noite Luíza escuta barulhos em seu quarto e ao abrir os olhos se depara com um rosto na escuridão.

Diogo e Pedro tiveram a mesma visão, desesperados, cada um em sua casa corre pega seus carros e partem. O destino seria a casa de Luíza, mas ela também saiu com seu carro.

Como estavam apavorados com que tinham visto eles saíram desesperados e por ironia do destino eles acabaram sofrendo um acidente exatamente no local onde a mãe de Andressa havia morrido. Os três amigos haviam batido seus carros em um mesmo cruzamento.

O que aconteceu?

O carro de um deles pegou fogo causando assim um enorme incêndio e os três morreram carbonizados.


Um mistério prevaleceu na cidade, pois ninguém nunca soube o verdadeiro motivo daquele acidente.
A única coisa curiosa foi encontrada no quarto de Diogo: "Fotos do acidente da mãe de Andressa, coisa que nem a polícia teve acesso na época."
"Andressa, após a morte de sua mãe fez o jogo do copo dia após dia até que uma mensagem pediu para que ela se matasse."



8 comentários:

Ricardo disse...

historia legal :D
bjo

722890 disse...

Cacete, assustador mesmo Oo'

Porém ironico no final /)

Belo texto (Y)

Helena disse...

Fazia tempo que eu não lia uma
história assim. *-*
Ótimo! =D

Anônimo disse...

Está dmais... brutal
hooooooo...
xD
eu sou o fantasma das cuecas rotas...
a vossa MÃE!!!!

Anônimo disse...

Vocês só fazem merda...
acham ista porcarida de merda, alguma coisa???
o caralho do computador

Anônimo disse...

Caramba...eu é que nao invento de faze esse jogo do copo....aiaiaiaiaiai...rsrsrsrs...
Falando serio sou Wicca e um concelho dou aqueles q nao acreditam em magia e maldiçao....Existe!!!!
Por favor...tomem cuidado com o que vcs fazem...é serio...aq ta meu emeal e nome para quem quiser me addc no orkut e msn...
renatinha_rox@hotmail.com

Bjus e muita luz...
SakuraSam

caio disse...

hoooooooo sou um fantasma q mata pernilongos e rouba pulgas....
kkkkkkkkk
po historia legal o suspense drama...

Anônimo disse...

Nao acredito nessas coisas pq o maior esta comigo e esse maior e DEUS
Ok

 
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